sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Rogue State of Israel XIII : Licenced to Lie Cheat Kill?

Cessar-fogo de 72h em Gaza durou apenas 3 horas
72h ceasefire in Gaza lasted 3 hours  

Around 11:30 GMT today, Israel announced on Channel 10 that it had ended the ceasefire. 
But actually, Israel never honoured the ceasefire on the ground. Peter Lerner, spokesman for the IDF, confirmed to Al-Jazeera at 16:00 GMT that the Israely military was conducting an operation to destroy the tunnels in Gaza during the truce, when they came under attack by Hamas resistants.
But first, they lied. Although it was clear for the reporters that the although air strikes, that are more visible, had paused, in Khan Yunis, for instance, you could hear a very regular thud of shells from Israeli tanks, there were a lot of ambulandes rushing into Khuzaa (east of Khan Younis) and dozens of bodies had been found. And Israeli soldiers entered Rafah during the ceasefire killing around 50 people while "looking for tunnels". And the Quassam Brigades came and responded by opening fire.
At 11:14 GMT, Hamas announced that if Israelis didn't stop attacking, they would resume their defence. And so they did. Soon after, Israel announced that Hamas had broken the ceasefire... Lerner later admitted they hadn't, as Israel did not respect its word from the beginning.
In fact, the actual text of the agreement released by the UN gave "no details" about what Israel was allowed to do during the ceasefire. It is incredible how they conspire against the Palestinians, in the details.
The IDF soldier on the left has been reported missing and the IDF has been searching the aerea where he disappeared. The White House warned the reported attack on the soldiers would be a "barbaric" violation of the ceasefire. Not the Israeli killing of around 20 civilians in Rafah. Double standards, always.

Por volta das 11:30 GMT, Israel anunciou no Canal 10 que terminara o cessar-fogo.
Um cessar-fogo que a Infantaria israelense não honrou nem um minuto. Em Khan Yunis, por exemplo, ouvia-se tiros de canhões regularmente e via-se ambulâncias transportando mortos e feridos trazidos do bairro Khuzaa. Além disso, as tropas da IDF não pararam de procurar os túneis da resistência matando quem estivesse em sua frente.
Mais tarde, às 16:00 GMT, o porta-voz da IDF admitiu que Israel continuou suas operações em terra durante o cessar-fogo. Embora tivessem mentido no início que tinha sido o Hamas que não cumprira a palavra. Lidar com os israelenses é barra. Não dá para acreditar em nada que declaram sem que eles mostrem provas concretas, impossíveis de serem forjadas.
E os soldados israelenses invadiram também Rafah, no sul da Faixa, durante o cessar-fogo, matando cerca de 50 pessoas. Aí as Brigadas Qassam acorreram e responderam abrindo fogo contra eles.
Às 11:14 o Hamas anunciou que se Israel não parasse a ofensiva a resistência voltaria ao ataque, e foi o que fez.
O texto divulgado pela ONU não "detalhava" o que autorizava Israel a fazer durante o cessar-fogo. É incrível como conspiram contra os palestinos até nos detalhes. Sobretudo nos detalhes que mudam o texto todo para desculpar Israel quando desrespeita sua palavra.
Um soldado da IDF desapareceu e as Brigadas al-Qassam já confirmaram sua captura. É o rapaz cuja foto está acima. A IDF organizou uma busca em toda a área onde ele "desapareceu".


O número de mortos palestinos até quinta-feira à noite em Gaza era de 1.458 pessoas. Mais de 80% de civis. Os feridos ultrapassavam 8.100.
Este número é superior às vítimas da Operação Cast Lead 2008/2009, que fez 1.391 vítimas do lado palestino e 13 israelenses - 4 por fogo amigo.
As of late Thursday, Gaza's emergency services put the death toll in Gaza at 1.458 Palestinianas dead, with more than 8.100 wounded. 
The latest death toll surpassed the 1.391 Palestinians killed during the Operation Cast Lead between December 27, 2008 to January 18, 2009. During that operation, 13 Israelis were also killed. 
Operation Cast Lead between s
O número de israelenses mortos até a mesma hora era de 64. 61 soldados, 2 civis israelenses e 1 tailandês.
Israeli Army confirms five soldiers were killed on Thursday during "operational activiy" along the Gaza border - which was an attack of the Palestinian resistance that I showed in earlier blog.  
In total: 64 Israelis have been killed. Including 60 soldiers, 1 soldier "killed in action whose burial site is unknown";  2 israeli civilians;  1 Thai working in Israel.

Here is a passage from a first-person account of the decimation of Khuza’a, by a writer identified as student Mahmoud Ismail. It was posted to Facebook and published on Global Voices Online on Monday 28 July:
"The first attack was on the road to Khan Younis, cutting Khuza’a off. The second hit the power transformers. The third, the mobile phone towers. The fourth, the landlines. We were alone, and the night in Khuza’a was pitch black, and the bombardment wasn’t stopping. The planes were hitting everything. The glass was falling from the windows, shrapnel was flying into the house and all around us. We sheltered in a place we thought was less dangerous, taking a position we thought would protect us. We counted the attacks and calculated the possibilities: is this the sound of a missile on its way to us? Is this shell in the house? Why hasn’t it exploded? Is so-and-so’s house targeted? Such-and-such mosque? This is a F16 attack, that is an artillery bombardment. The whole night was spent trying to hold on to our minds and what remained of our nerves".

Diga-me com quem andas, ... The company you keep
Há momentos na vida que marcam o fortalecimento ou o fim de amizades e de relacionamentos.
Este massacre que Israel está realizando em Gaza é um deles.
Quem defendia Israel e que continua defendendo suas atrocidades não se sabe por que cargas d'água, ou por quais interesses obscuros que é melhor nem falar, estão chegando a um ponto de alienação no sentido próprio e figurado que só lhes permite guardar próximos de si pessoas que pensam como ela ou ele. Ou seja, desalmados, sectários, ou fascistas mesmo.
Tenho sorte de conhecer judeus conscientes que o humanismo e a humanidade são mais importantes do que uma suposta lealdade a um país dominado por extremistas com os quais só compartilham uma religião e olha lá, pois a que vigora em Israel está cada vez mais integrista e o país cada vez menos democrático e mais fascista.
Mas há um ou outro tipo de judeu que conheço, e que você também deve conhecer, que é cego e surdo ao genocídio do qual o governo israelense é responsável, mas infelizmente não emudece e continua a repetir as barbaridades e mentiras dos porta-vozes de Israel e de uma certa grande mídia que vocifera que o Hamas não tem direito de defender-se do ocupante que o esmaga e o deixa à deriva com seus dezenas de milhares de concidadãos exangues e à míngua.
A estes que ainda têm coragem de defender a ocupação, o ocupante, o carrasco, o criminoso de guerra e da ética, digo basta! e gostaria de sacudir um por um até acordarem deste sonho-quimera e enxergar o pesadelo em que os palestinos vivem desde 1948, que se intensificou em 1967 e que não para de piorar até hoje.
E os não-judeus que defendem os criminosos de Tel Aviv sem nem razão correligionária de defendê-los, digo com mais veemência: Acorde! Olhe! E veja se conseguiria viver desse jeito! Um pouco de empatia, por piedade! Mesmo se fosse covarde para reagir, quanto tempo você aguentaria prisioneiro como os gazauís vivem o tempo inteiro e como seria se fosse a sua terra que fosse surrupiada, sua casa destruída com todos os seus pertences gordos ou magross? É o que gostaria de dizer a cada um desses negacionistas de injustiça e atrocidades israelenses irrefutáveis.
Os "amigos" de Israel são o padrinho Estados Unidos e o ditador egípcio Sissi. E Tony Blair, outro dito criminoso de guerra que ficou impune.
E para concluir com a bobagem dita pelo israelense arrogante do Brasil ser "anão diplomático", o simples fato de o indivíduo ter se dado ao trabalho de fazer esta declaração já prova que o nosso país está longe de ser o que ele sugeriu em um rompante de despeito. Se fosse, esta frase não teria sido notícia no mundo inteiro. E como jornalista e cidadã brasileira baseada no exterior, tenho de dizer uma coisa que talvez chateie quem só vê defeitos no PT. Quer queira quer não, o Lula pôs o Brasil no mapa mundi e a Dilma reforçou a posição brasileira ao ponto de ingressar na lista das figuras mais influentes do planeta. Pela independência dos Estados Unidos. Antes do PT, reinava a subserviência.
A César o que é de César.
Aos palestinos, sua terra.

"We haven't got any weapons in the West Bank, yet Israel kills everyday"

Rabbi Henry Siegman, leading voice of US Jewry: "A Slaughter of Innocents"
Rabino Henry Siegman representa uma das três principais organizações judias dos EUA.  
Part II

Concordo com o rabino Siegman em todos os pontos, menos no tocante à sugestão da viabilidade estratégica dos palestinos renunciarem à soberania, à nacionalidade, à Pátria; concordar com a nacionalidade israelense em pertencendo a Israel onde reivindicariam a cidadania integral a fim de forçar uma situação que os próprios judeus israelenses rejeitariam e concordassem então com a noção, lógica, dos dois Estados. 
Acho esta ideia impraticável do começo ao fim.
Metaforicamente, seria como se a Argentina (desculpem, hermanos, por compará-los com Israel, mas é sem maudade) fosse uma super-potência bélica patrocinada pelos Estado Unidos, que invadisse o Brasil, destruisse 550 cidades nossas, exterminasse 20 por cento da população brasileira e o resto fosse fechada em cidades cercadas de muros e de arames farpados dentro das quais, para passar de um bairro a outro, tivéssemos de passar por barragens onde esperássemos horas para ir ao trabalho, à escola, fazer compras ou visitar amigos e familiares; ocupassem nosso território militarmente, derrubassem nossas casas e destruíssem lavouras a fim de construir colônias onde instalariam argentinos falando espanhol, nos espezinhando, destruindo nossas culturas, nadando em piscinas enquanto nós mal dispuséssemos de água potável para tomar, cozinhar e nos lavarmos; viver constantemente aterrorizados por drones que sobrevoassem nossas cidades dia e noite com um barulhinho que nos torturasse devagar e sempre e que de repente atirassem uma míssil em um outro lugar para demonstrar sua força; que um grupo de soldados invadissem nossa casa durante a noite para instalar-se confortavelmente por dois ou três dias e nos fechassem, mãe, pais, filhos, em um cômodo durante sua estadia, cerceando nosso movimento até para ir ao banheiro enquanto eles se fartariam com nossas provisões, assistiriram nossa televisão instalados em nossos sofás, e nós, espremidos em um quarto; e outro dia resolvessem demolir nossa casa e chegassem com um caterpilar armado de madrugada e acordássemos com o barulho da parede despencando e mal tivéssemos tempo de nos pôr a salvo e carregar o essencial, perdendo todos os bens conquistados, às vezes, com dificuldade; e que nos humilhassem; que os colonos argentinos nos insultassem quando cruzassem com um de nós brasileiros, que nos agredissem e matassem quando lhes desse na telha, à vista dos soldados; que atirassem nos nossos filhos no joelho, para aleijá-los, quando não na cabeça, para matá-los; que sequestrassem nossos cidadãos à vontade, dos 12 aos 70 anos, e os prendessem na Argentina aos milhares sem julgamento, sem direitos, sendo torturados, às vezes estuprados, abusados de toda forma imaginável; e que de dois em dois anos, nos bombardeasse destruindo tudo o que re-construímos com dificuldade; matassem e ferissem dezenas e centenas de crianças para que não crescessem simplesmente por serem brasileiros e que por isso, aos olhos do ocupante, não valessem nada; que os argentinos nos humilhassem em toda oportunidade, que nos despojassem também da nossa dignidade, e que um belo dia um gringo qualquer sugerisse:
O que vocês acham, como estratégia a médio prazo de obterem liberdade, autonomia, cidadania brasileira, de renunciarem a tudo o que lhes é mais caro - ser brasileiro, ser dono da terra em que nasceram e onde nasceram seus antepassados, do jeitinho que lhes é peculiar - e dizerem aos argentinos: Tudo bem, vocês me pisotearam e não aguento mais; engulo o sapo, vocês ganharam; concordo em virar argentino, em lhes dar o Brasil de mão beijada, de parar de falar português e passar a falar espanhol, de dançar tango em vez de sambar, enfim, não sou mais ninguém e mais nada, façam de mim o que acharem melhor; isto, esperando que os argentinos digam: Não! Não queremos que estes macaquitos tenham a nossa nacionalidade pois são milhões e vão acabar conosco a médio prazo!
Primeiro, você, leitor brasileiro, acha que os argentinos nos dariam uma parte do nosso Brasil para morarmos em um Estado nosso soberano e com liberdade ou nos fechariam em guetos para que não os incomodássemos?
Segundo, você conseguiria, depois de ser tratado como animal durante sua vida inteira pelo ocupante argentino bárbaro, capitular e oferecer-se para virar argentino como ele, após "argentino" ter sido o maior insulto que pudesse pronunciar?  
Eu jamais concordaria com essa tática. E você, compatriota, concordaria?
Acho difícil os palestinos aceitarem algo menos do que o que têm direito: um Estado deles, soberano, e garantia de liberdade em suas fronteiras de 1967.
Que me perdoe o Rabino com quem simpatizo bastante. Neste ponto, ele está errado. A única solução possível é a dos dois Estados de cara. E que os colonos judeus que invadiram terras palestinas voltem para Israel ou fiquem na Cisjordânia sob governo palestino.                 


"Israel has lost its grip on reality. The death toll in Gaza stands at well over a thousand and continues to rise by the day. The coastal strip has been reduced to rubble. Rather than celebrating Eid this week, Palestinians in Gaza have been burying their dead.
Jon Snow’s poignant message after his return from Gaza on Channel 4 news was heart-breaking. He had been reporting from Al Shifa hospital where he saw many horrific injuries and scores of dead children.
He ended his report with this plea to the public: “If our reporting is worth anything, if your preparedness to listen and watch and read is anything to go by, then together we can make a difference."
This latest massacre of Palestinians has been well documented, with every death recorded and every bombing filmed. Although this has yet to deter Israel, it is still important to keep documenting this assault so that its victims do not fall into the chasms of history.
But individuals in the international community need to go further than this. They need to boycott Israel. It might be the only thing that ends the impunity that is allowing them to repeatedly assault Palestinian human rights.
When airlines began cancelling their flights to Ben Gurion airport in Tel Aviv, Israel panicked. They demanded that the international airlines resume their flights and Netanyahu personally called John Kerry to lift the Federal Aviation Administration ban.
This minuscule moment in time when Israel was threatened with being internationally isolated spoke volumes.
Denmark, Norway and Finland condemned Israel’s attack on innocent civilians and have sent substantial humanitarian aid to assist the people of Gaza. However, so far only two South American countries have actively opposed Israel's war on Gaza. Chile has ceased trade relations with Israel, and Brazil has recalled its ambassador to Tel Aviv.
People are saying that Israel has been defeated morally. But it seems that they don’t care about this, so let us hit them where it hurts. Let us put our efforts into an initiative that helped to end South African apartheid.
The Boycott Divestment and Sanctions (BDS) movement started in 2005 and has been gaining momentum ever since. It has gained support from trade unions and various political groups all over world. They have also been endorsed by many celebrities and academics. In the UK they have had some significant victories, including when John Lewis (after BDS pressure) ceased trading with the well-known Israeli company Soda Stream.
Even locally, boycotting is taking place. In Jerusalem there is a noticeable absence of Palestinians in Israeli cafés and shops. This stems from a fear of Israeli violence against Palestinians but also, according to Palestinians I have spoken to, an attempt to boycott and damage the Israeli economy. In Ramallah, people have been placing stickers on Israeli products in shops saying: 16% of the profits go to the Israeli army” in an attempt to dissuade customers from buying them.
So let us step up our action. Let us boycott Israeli academic institutions, Israeli exports and the companies that have ties with Israel. Because even when Israel stops bombing Gaza, it will not be their final attempt to ethnically cleanse the land of Palestinians".
Yara Hawai

"In July 2002 the Israeli air force dropped a one-tonne bomb on the home of Salah Shehadeh, the head of the military wing of Hamas, in Gaza. You don’t have to be an expert in air combat to imagine what’s left of a home hit by a one-tonne bomb. Not much. That bomb killed not only Shehadeh, but also 14 civilians, including eight children.
At that time I served as an operations officer in the Israeli air force. Like many of my friends, I found myself carrying the burden of immense responsibility at the ripe age of 20. I was responsible for relaying commands and intelligence from headquarters to pilots, preparing aircraft for operations and providing support to pilots throughout.
After the assassination, Israel shook. Even when the Israel Defence Forces (IDF) insisted that there was operational justification for the attack, public sentiment could not accommodate this assault on innocent civilians. Israeli intellectuals petitioned the supreme court, demanding it examine the legality of this action. A few months later a group of reservist pilots criticised such elimination actions.
As soldiers and officers used to carrying out our missions without asking unnecessary questions, we were affected by the public reaction. But Dan Halutz, air force commander at the time, told pilots: “Sleep well at night. Don’t pay any notice of the criticism.” One month later Halutz, asked what a pilot feels when launching a one-tonne bomb on a home, said: “A slight jolt of the jet’s wing.” To outsiders this statement sounded cold and detached, but my friends and I trusted our commanders to make the right moral decisions, and returned our focus to the “important things” – the precise execution of further operations.
A few months later I was made commander of a course for air force officers. I taught cadets how to take responsibility for their actions as officers. We studied the lessons of previous air force operations. I taught them that the IDF is the most moral army in the world, and that the air force is the most moral corps within the IDF.
I believed with all my heart that we were doing what needed to be done. If there were casualties, they were a necessary evil. If there were mistakes, they would be investigated.
Things have changed, and now I can no longer have that certainty. In 2002 the dropping of a one-tonne bomb on a home resulting in civilian deaths was the exception. The IDF eventually acknowledged that the assault on Shehadeh’s house had been wrong. They deemed it a failure in intelligence and said that, had they known there were civilians in the home, they would not have carried out the operation.
Seven years later, during Operation Cast Lead, there was widespread dropping of bombs over densely populated areas in the Gaza Strip. Today, in Operation Protective Edge, the air force boasts of having released over 100 one-tonne bombs on Gaza. What was once the exception is now the policy.
This is how it goes today. We notify the inhabitant about the imminent destruction of a house minutes before a bomb drops (via text messages, or by dropping a smaller bomb on the house as a warning). That is enough to turn it into a legitimate target for an air strike. In the past two weeks dozens of civilians have been killed in such strikes.
Homes of Hamas members have become legitimate targets, regardless of the number of people within their walls. Unlike in 2002, no one bothers to justify or make excuses.
What’s worse is that almost no one protests. Entire families are erased in a second, and the Israeli public remains indifferent. From year to year, from one military operation to another, our moral red lines are stretching further away. Where will they be in the next operation? Where will they be 10 years from now?
I know how hard it is to ask questions during times of conflict as a soldier. The information that the officers get in real time is always partial. That’s why the responsibility for drawing the red lines, and alerting when we cross it, lies with the public. A clear, loud voice that says that bombing a house with civilians in it is immoral must be heard. These killings cannot be accepted without question. Public silence in the face of such actions – inside and outside of Israel – is consent by default, and acceptance of an unacceptable price."
Yuli Novak
Daily Show: Jon Stewart

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